Troca de Prótese.
Trocar uma prótese não é repetir a primeira cirurgia. É reavaliar tudo: o implante, o plano, o tecido e o que mudou em você desde então.
Valores e tempos médios da prática clínica. O plano definitivo, incluindo anestesia e internação, é individual e definido em consulta.
Para quem é
Para quem deseja mudar o volume, atualizar implantes antigos, ou precisa tratar uma intercorrência: contratura capsular, rotura identificada em exame de imagem ou desconforto com o resultado atual.
E para quem teve mudanças no próprio corpo desde a primeira cirurgia: gestações, variações de peso e o tempo alteram a mama ao redor do implante, e a troca é a oportunidade de readequar o conjunto.
Como operamos
A cirurgia pode ser uma troca simples, pela mesma via da primeira, ou envolver a remoção da cápsula, o ajuste do plano e a reconstrução da loja do implante, conforme o achado. Cada cenário tem seu tempo e seu planejamento.
Quando há queda da mama associada, a mastopexia pode ser realizada no mesmo tempo, reposicionando o tecido sobre o novo implante. Os implantes utilizados são registrados na Anvisa, escolhidos conforme o caso.
Recuperação, fase a fase
Sutiã cirúrgico e repouso relativo dos braços. O desconforto costuma ser menor que o da primeira cirurgia, salvo reconstruções maiores.
Retorno em consultório para avaliação. Atividades do dia a dia retomadas gradualmente.
A mama acomoda o novo implante. Atividade física liberada de forma progressiva.
Resultado assentado, com acompanhamento de imagem programado conforme rotina.
Com transparência
Sempre que possível, a troca reutiliza a cicatriz existente, sem novas marcas. Quando a mastopexia é associada, as cicatrizes seguem o desenho da técnica escolhida, e isso é mostrado antes.
Implante não tem prazo de validade fixo, mas tem história: a avaliação com exame de imagem recente é o ponto de partida obrigatório de qualquer troca.
