Revisões Mamárias.
Corrigir uma cirurgia anterior exige mais do que fazer a primeira: exige diagnóstico preciso do que aconteceu e um plano que respeite um tecido que já foi operado.
Valores e tempos médios da prática clínica. O plano definitivo, incluindo anestesia e internação, é individual e definido em consulta.
Para quem é
Para quem não está satisfeita com o resultado de uma cirurgia mamária anterior: assimetrias, implantes mal posicionados ou visíveis, contratura capsular, cicatrizes alargadas ou uma forma que nunca correspondeu à expectativa.
Cada revisão começa entendendo a história: qual técnica foi usada, qual implante, como o tecido respondeu. Trago essa investigação para a consulta, com exames de imagem e, quando possível, os relatórios da cirurgia original.
Como operamos
O plano é desenhado sobre o problema específico: reposicionamento ou troca de implantes, reconstrução da loja, tratamento da cápsula, correção de assimetrias com remodelação do tecido ou enxertia de gordura, e revisão de cicatrizes.
Tecido operado tem menos margem para erro: a vascularização já foi manipulada e as decisões precisam ser mais conservadoras. Por isso a revisão pede planejamento mais minucioso e, às vezes, etapas.
Recuperação, fase a fase
Curativos e suporte conforme a extensão. O protocolo espelha o porte da revisão realizada.
Retorno em consultório para avaliação da evolução e dos tecidos.
Acomodação progressiva da nova forma, com liberações graduais.
Maturação do resultado. Em revisões por etapas, o momento da fase seguinte é avaliado a partir daqui.
Com transparência
Revisão tem um compromisso com a verdade: nem tudo o que incomoda pode ser totalmente corrigido, e o tecido disponível define os limites. Prefiro um diagnóstico franco a uma promessa confortável.
Em alguns casos, o melhor resultado exige etapas separadas no tempo. Quando for assim, você sabe antes de começar, com o mapa completo do caminho.
