Procedimentos · Cirurgia das Mamas

Revisões Mamárias.

Corrigir uma cirurgia anterior exige mais do que fazer a primeira: exige diagnóstico preciso do que aconteceu e um plano que respeite um tecido que já foi operado.

AnestesiaConforme o caso, com anestesiologista
Tempo cirúrgicoConforme o caso, definido no planejamento
InternaçãoConforme a extensão da revisão
Retorno leveIndividualizado por caso

Valores e tempos médios da prática clínica. O plano definitivo, incluindo anestesia e internação, é individual e definido em consulta.

Para quem é

Para quem não está satisfeita com o resultado de uma cirurgia mamária anterior: assimetrias, implantes mal posicionados ou visíveis, contratura capsular, cicatrizes alargadas ou uma forma que nunca correspondeu à expectativa.

Cada revisão começa entendendo a história: qual técnica foi usada, qual implante, como o tecido respondeu. Trago essa investigação para a consulta, com exames de imagem e, quando possível, os relatórios da cirurgia original.

Como operamos

O plano é desenhado sobre o problema específico: reposicionamento ou troca de implantes, reconstrução da loja, tratamento da cápsula, correção de assimetrias com remodelação do tecido ou enxertia de gordura, e revisão de cicatrizes.

Tecido operado tem menos margem para erro: a vascularização já foi manipulada e as decisões precisam ser mais conservadoras. Por isso a revisão pede planejamento mais minucioso e, às vezes, etapas.

Recuperação, fase a fase

Curativos e suporte conforme a extensão. O protocolo espelha o porte da revisão realizada.

Com transparência

Revisão tem um compromisso com a verdade: nem tudo o que incomoda pode ser totalmente corrigido, e o tecido disponível define os limites. Prefiro um diagnóstico franco a uma promessa confortável.

Em alguns casos, o melhor resultado exige etapas separadas no tempo. Quando for assim, você sabe antes de começar, com o mapa completo do caminho.

Perguntas frequentes

Quanto tempo depois da primeira cirurgia posso revisar?
Salvo urgências, o ideal é aguardar a maturação completa dos tecidos, em geral a partir de 6 a 12 meses da cirurgia original. Operar sobre tecido ainda em evolução compromete a precisão.
Vocês corrigem cirurgias feitas por outros profissionais?
Sim, com a condição de uma avaliação honesta: explico o que identifico, o que é corrigível e em que medida. O compromisso é com o seu resultado, não com a crítica ao passado.
A revisão usa as mesmas cicatrizes?
Sempre que possível, sim. Novas incisões só entram no plano quando são tecnicamente necessárias, e isso é mostrado antes.
Existe risco de precisar de mais de uma cirurgia?
Em revisões complexas, sim, e essa possibilidade é discutida de início. Etapas planejadas são diferentes de surpresas: a primeira é estratégia, a segunda é falha de planejamento.

O primeiro passo da correção é um diagnóstico sem maquiagem.